segunda-feira, 21 de julho de 2008



Oiiiii genteeee....

Nossa eu to tãooo feliz!! Amei os recados viu?!

Obrigada pelos elogios... :)

Espero ver vcs aqui sempree!! \o/

bjuu grande

Amar em Demasia!!




Amar em Demasia
por Sílvio Reda *

"A satisfação está no esforço e não apenas na realização final".Mahatma Gandhi


Quer queiramos ou não, vivemos em uma sociedade capitalista. Ocorre que um dos meios usados pelo capitalismo para manter-se como regime social e econômico dá-se através da criação da insatisfação. Essa é um apelo cotidiano inserido na convicção diária das pessoas. São convencidas corriqueiramente de que não possuem o que deveriam possuir. Que devem, urgentemente, buscar a sua satisfação por intermédio da aquisição de "coisas" e "bens". Fica, assim, concebido o apelo pelo consumo.Hoje em dia as coisas saem de moda, tornam-se obsoletas com tremenda e assustadora rapidez. O sistema incute isso no estado de ânimo das pessoas. Diz-lhes que sempre existirão coisas a serem compradas, que precisam ser adquiridas, independentemente do que já se tenha de suficiente, bem como ratifica que sempre haverá um preço que supera a nossa renda pessoal e que devemos correr categoricamente atrás dessa diferença, pois só assim não nos sentiremos inferiores aos demais.À mercê dessa situação nos tornamos cativos. Passamos uma vida inteira adquirindo "bens" para nos satisfazer, sem que com o que já adquirimos e com a própria vida que temos nos sintamos bem e realizados. Fazemos de tudo para termos um pouco mais do que o nada e nada para termos algo próximo do tudo. Sábio é aquele que aproveita e usufrui do que tem sem ficar inquieto, sonhando com o que não tem.Sem que o percebamos, esse pensamento domina várias áreas da nossa vida. Começamos a ver e a encarar pessoas e sentimentos, por exemplo, como "coisas" e "bens" que rápido desejamos e, mais ligeiro ainda, logo desprezamos como obsoletos e ultrapassados. Como já disse Nietzsche: "acabamos por amar nosso próprio desejo, em lugar do objeto desejado." Deixamos de interagir e acreditar nas pessoas para nelas simples e vagamente apostar. Transformamos tudo numa sorte a ser lançada e se perdida a aposta, fingimos pouco incomodados ou afetados por isso. Afinal nunca quisemos nada além de um momento passageiro e tudo o mais que poderia se prolongar numa afinidade humana qualquer, torna-se uma ameaça, pois não aprendemos e sabemos, ainda, a lidar com o afeto, a porção mais sensível de nós. Em assim agindo assassinamos a parte imortal que somos: a parcela que ama sem querer do amor nada que não seja a repercussão dele em nós mesmos.Por isso, hoje, a carência e o sentimento de vazio e falta de propósitos, surgem já nos primeiros anos de vida adulta. Estamos nos educando, ou melhor, nos mal educando, a passar correndo pelo outro sem nos determos e permanecermos nele como mais um amigo, um irmão de jornada, um amor dos grandes e permanente. Dessa forma, estamos nos envolvendo apenas com os corpos, sem levar nossa alma junto, conosco para quaisquer das nossas relações. Entendemos a delicadeza como fraqueza; a rigidez, como fortaleza. Mas basta alguns poucos anos de uma vida sem afeto, partilha, solidariedade e amor em todos os níveis para ver a turma dos "fortes" engrossando a fila dos consumidores de antidepressivos.De alguma forma o homem esqueceu-se de debruçar-se à janela dos próprios olhos para ver com mais clareza a si e ao próximo. Do espelho da alma para fitar-se de ângulos desconhecidos e através deles torna-se mais conhecido de si mesmo. Do calor preciso e potente dos corações a aquecer e potencializar tudo o que o cerca. Da mão que se une a outra para reunir esforços de superação. O homem esqueceu-se da figura humana que é para dar prioridade à figura desumana que aprecia aparentar ser e quando assim o fez não lembrou de nada mais que seja interessante e capaz de lhe dar algum significado em meio às insignificâncias temporárias pelas quais luta. Precisa agora relembrar de quem é para colher dessa lembrança o resultado de seu próprio progresso e amadurecimento.O que há de mais profundo em nós encontramos já na superfície mais visível e notória de nosso semelhante e o amor é o único que nos desperta a essa realidade. Amemo-nos, então, em demasia.

Aplicações e + aplicações....


Essas foram as aplicações dessa semana....
bjus

sexta-feira, 4 de julho de 2008

Aplicações dessa semana....


Olá pessoal...

É...ta quasee, falta só algumas coisinhas para o ateliê ficar pronto...+ já está lindo. :)

Vou postar aki algumas aplicações que fizemos essa semana....uffa to cansada.

+ Valeu apena.




Essa aki é a parte de tras da blusa....fico super legal.